Galgando degraus para o sucesso
Por Marlon Fonseca
A Jornalista Carolina Silveira, de 29 anos, acaba de dar mais um passo em sua carreira ao ser contratada pela FIRJAN – Federação das Industrias do Estado do Rio de Janeiro. Ex-aluna da Estácio e Ex-colaboradora e funcionária do Estaciente, conta os caminhos que percorreu até o momento.
Estaciente: Como surgiu a vontade de cursar Jornalismo?
Carolina: Sempre gostei muito de escrever e confesso que considerei cursar Letras. Mas, por ser muito comunicativa, optei por Jornalismo. Tive que me mudar para Niterói, pois em Pádua não havia faculdade.
Estaciente: Você atuou como colaboradora do Estaciente. Qual foi a importância dele para a sua formação?
Carolina: Procurei o Estaciente pois estava com vontade de praticar o ofício.Eu atuei por lá por dois anos. O primeiro como colaboradora e mais um ano como funcionária. Para a prova de funcionária eu não passei em um primeiro momento. Tinham duas vagas e eu fiquei colocada em terceiro. Fiquei um pouco desanimada, mas três meses após, a Helen me contactou informando que uma das funcionárias iria sair e fiquei em seu lugar. Quanto a importância para a minha carreira, posso dizer que foi fundamental. Lá me foi permitido testar, inventar, errar e acertar. Sem contar com a ajuda luxuosa de professores gabaritados como a Helen.
Estaciente: Como foi conciliar a faculdade com o trabalho no jornal?
Carolina: Além da faculdade e do Estaciente eu ainda cheguei a iniciar, paralelamente, meu trabalho no O Fluminense. Foi uma loucura mas foi igualmente gratificante.
Estaciente: E a ida para O Fluminense, como ocorreu?
Carolina: O jornal entrou em contato com a Helen, pois eles estavam com vagas e desejavam uma indicação dela. E ela me indicou. Inicialmente fui contratada como jornalista de “cinco horas”. Após formada passei a ser de “sete horas”. Em 2 anos de jornal tornei-me editora da parte on line.
Estaciente: Destaque algumas matérias e momentos marcantes em sua passagem por lá.
Carolina: Foram 5 anos trabalhando lá. Fica difícil escolher alguma coisa em específico. Tudo me marcou e foi muito importante para a minha carreira. Mas, por exemplo, quando comecei queria fazer matérias policiais. Ao fazê-lo, de fato, percebi que não tinha nada a ver com o meu perfil. Também atuei em toda a reformulação do novo website.
Estaciente: E agora este novo horizonte na FIRJAN. Quais serão as sua atribuições neste novo desafio?
Carolina: Na FIRJAN entrei através de um processo seletivo grande. Lá atuo como Analista de Comunicação Interna. Estou conseguindo aplicar os conhecimentos adquiridos na época de reformulação do site de O Fluminense.Estou lá há 2 semanas e estou muito animada.
Estaciente: Além de lhe agradecer pelo tempo e parabenizá-la pela sua carreira, deixe, por favor, um recado para os novos alunos de Jornalismo.
Carolina: Não vou negar. Não é uma profissão fácil. Exige sacrifícios e é um meio e mercado complicado. Às vezes, dentro da faculdade, não revelam o que é a profissão de verdade.Tem que haver dedicação. Em qualquer trabalho que fizer, você tem que dar o seu melhor, pode ser em uma nota, matéria ou obituário. Estou feliz com a minha profissão.
Carolina: Sempre gostei muito de escrever e confesso que considerei cursar Letras. Mas, por ser muito comunicativa, optei por Jornalismo. Tive que me mudar para Niterói, pois em Pádua não havia faculdade.
Estaciente: Você atuou como colaboradora do Estaciente. Qual foi a importância dele para a sua formação?
Carolina: Procurei o Estaciente pois estava com vontade de praticar o ofício.Eu atuei por lá por dois anos. O primeiro como colaboradora e mais um ano como funcionária. Para a prova de funcionária eu não passei em um primeiro momento. Tinham duas vagas e eu fiquei colocada em terceiro. Fiquei um pouco desanimada, mas três meses após, a Helen me contactou informando que uma das funcionárias iria sair e fiquei em seu lugar. Quanto a importância para a minha carreira, posso dizer que foi fundamental. Lá me foi permitido testar, inventar, errar e acertar. Sem contar com a ajuda luxuosa de professores gabaritados como a Helen.
Estaciente: Como foi conciliar a faculdade com o trabalho no jornal?
Carolina: Além da faculdade e do Estaciente eu ainda cheguei a iniciar, paralelamente, meu trabalho no O Fluminense. Foi uma loucura mas foi igualmente gratificante.
Estaciente: E a ida para O Fluminense, como ocorreu?
Carolina: O jornal entrou em contato com a Helen, pois eles estavam com vagas e desejavam uma indicação dela. E ela me indicou. Inicialmente fui contratada como jornalista de “cinco horas”. Após formada passei a ser de “sete horas”. Em 2 anos de jornal tornei-me editora da parte on line.
Estaciente: Destaque algumas matérias e momentos marcantes em sua passagem por lá.
Carolina: Foram 5 anos trabalhando lá. Fica difícil escolher alguma coisa em específico. Tudo me marcou e foi muito importante para a minha carreira. Mas, por exemplo, quando comecei queria fazer matérias policiais. Ao fazê-lo, de fato, percebi que não tinha nada a ver com o meu perfil. Também atuei em toda a reformulação do novo website.
Estaciente: E agora este novo horizonte na FIRJAN. Quais serão as sua atribuições neste novo desafio?
Carolina: Na FIRJAN entrei através de um processo seletivo grande. Lá atuo como Analista de Comunicação Interna. Estou conseguindo aplicar os conhecimentos adquiridos na época de reformulação do site de O Fluminense.Estou lá há 2 semanas e estou muito animada.
Estaciente: Além de lhe agradecer pelo tempo e parabenizá-la pela sua carreira, deixe, por favor, um recado para os novos alunos de Jornalismo.
Carolina: Não vou negar. Não é uma profissão fácil. Exige sacrifícios e é um meio e mercado complicado. Às vezes, dentro da faculdade, não revelam o que é a profissão de verdade.Tem que haver dedicação. Em qualquer trabalho que fizer, você tem que dar o seu melhor, pode ser em uma nota, matéria ou obituário. Estou feliz com a minha profissão.
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Obs: Essa foi a minha primeira entrevista feita e confesso que gostei muito de fazê-la. Logicamente deu tudo certo pois a entrevistada também foi muito solícita e atenciosa.



